SOPHIA
AS ROSAS
Quando à noite desfolho e trinco as rosas
E como se prendesse entre os meus dentes
Todo o luar das noites transparentes,
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das Primaveras,
A doçura amarga dos poentes,
E a exaltação de todas as esperas.
MARIE MADELEINE
" de quais esperas falamos tu e eu?
daquelas que nunca foram desejadas?
ou, quem sabe, daquelas que nunca foram esperas?"
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